segunda-feira, 23/01/2012

Há tempos me falta tempo. Ok, eu sei que essa desculpa é mais batida que smothie :p. Mas,  depois de muito pensar, queria dizer que esse blog não morreu. Só anda passando por uma fase ~diário virtual~ (sou retrô, me julguem). E, esclarecendo isso, já vou contando o que se passa.

Sou de Porto Alegre – como muitos de vocês devem saber – e estou passando uns tempos em São Paulo a trabalho. Daí vocês já podem imaginar o cenário MUITO trabalho + wi-fi de hotel que não funciona + findes bem aproveitados na megalópole e todo blablabla que convier. Mas, apesar de tudo, a câmera do celular nunca para. Vivi e vi tanta coisa legal nas últimas duas semanas, que resolvi postar aleatoriamente.

 

1. Brechó: A La Garçonne

( R. João Moura, 395 – Pinheiros – São Paulo – SP - site)

O brechó de Fábio Souza está instalado em uma casa dos anos 1940 e tem a curadoria de Alexandre Herchcovitch. Aliás, quando eu fui o próprio estava lá selecionando algumas peças. Não há foto disso, sorry mas seria bem constrangedor/inconveniente. rs

As peças ficam dispostas como em uma loja qualquer – ou seja, a visualização é super fácil e o cheiro é de roupa nova. Para quem tem rinite ou pouco saco para procurar boas peças é o lugar ideal. Porém, isso também se reflete no preço. O preço de um vestido, não muito elaborado, fica entre R$120 e R$200 reais. Comprei um bem diferentão (mas usável), por R$170. Além disso, todos aqueles produtos lindinhos da Granado estão à venda lá.

 

Os vestidos ficam separados por cor, o que facilita a procura

 

Além de roupas, há vários bonecos espalhados pelo brechó. Lembra muito as fotos da casa do Herchcovitch, no The Selby

 

Na saída da A La Garçonne, vale andar alguns metros e passar na…

 

2. Galeria: Choque Cultural

(R. João Moura, 997 )

A galeria surgiu em 2003 com a ideia de trazer arte contemporânea para um público jovem. Comprei uma gravura do Jurubis e a edição de dezembro da revista Juxtapoz, só pela matéria de capa do Mark Ryden <3.

 

Essa foto é da exposição cujo nome do artista eu não lembro (passei lá no dia 14/01, se alguém souber diz aí… rs)

 

Ainda no caminho, que pode ser feito a pé, vale a pena conhecer outro brechó – mais atolado de coisas e com precinhos mais camaradas:

 

 

3. Brechó: Varal do Beco

(Rua Cardeal Arco Verde,1771)

O lugar é ótimo para quem curte garimpar. Tem MUITA coisa, mesmo! Mas o espaço é reduzido e 0 lugar mais parece aqueles cases do programa ~Acumuladores~, rs. Comprei um vestidinho e vários acessórios. Todos ótimos e com precinho bem honesto. Mas é bom analisar direitinho o estado da peça e cuidar a limpeza. Levando várias coisinhas tem desconto. ;)

 

Bolsinhas fofas – todas em bom estado – com preço por volta de R$30

 

Chapéus bem antingos e óculos ótimos. Para experimentar recomendo que vocês se certifiquem que elas estejam limpas (peguei uma dermatite de contato, mas consegui duas armações incríveis!)

 

Bonequinha fofa entre vários acessórios ótimos

 

Para terminar o passeio nessas redondezas de Pinheiros, a dica é…

 

4. Praça: Benedito Calixto

(entre a Cardeal Arcoverde e a Teodoro Sampaio)

Feirinha de antiguidades e artesanato que funciona só aos sábados. Quase sempre que vou a São Paulo passo por lá.  Além da praça, ainda tem várias lojinhas em volta que valem a pena.

 

Rs…

 

5. Estação da Luz: Desfile da Cavalera | SPFW – 22/01


Clima Burlesco antes do desfile

 

A hostess

 

Betty Autier, do Le Blog de Betty, conferindo as fotos do namorado, Matheu

 

Betty e eu – Aliás, ela é uma querida <3

 

E, finalizando, vale visitar o

6. Edifício Itália

(Av. Ipiranga, 344 – Centro)

Já foi considerado o prédio mais alto da cidade e no terraço tem um restaurante bem bom (precinho nem tanto :p). Almocei lá ontem e a vista é incrível, dá para ver muito de São Paulo!

 

Vista do Terraço Itália

 

Melhor do que visitar lugares bacanas e ver gente bacana é fazer isso ao lado da nossa BFF, que nos tira do tédio 4everalone que um sábado à tarde na cidade grande pode nos proporcionar. E, nesse quesito estou muito bem. :)

 

~ HOLDER DO DIA~ aka @bruholderbaum. THANKS A LOT ;)

 

É isso. Desculpem pela precariedade das fotos. ;p



Por Priscila Vanzin em Por aí com as
segunda-feira, 09/01/2012

 

Há tempos eu venho pensando em largar esse espaço. Afinal, quem ainda lê blog de moda? Ops, talvez tenha errado o verbo. Mas então, alguém ainda vê esse tipo de postagem? Ouso afirmar que, tirando certa rede com meia dúzia de meninas ricas – que ainda despertam curiosidade de gente que sonha em jogar Goyard na areia -, ou copiosos sites de street style que vendem espaço comercial travestido de zeitgeist de limite territorial qualquer, ninguém mais se aventura a criar – tampouco absorver – esse tipo de plataforma. Os bons? Morreram cedo (sim, eu continuo, podem zuar).

Acabou a era de cultivar um local de expressão livre. Sem fins lucrativos, ninguém produz porra alguma. Dizer o que pensa? Só se sua opinião mentida tiver alguma relevância (a.k.a. valor comercial). Porque, convenhamos, o que não falta é gente querendo saber o que deve ou não comprar, fazer, ser, respirar… para se tornar qualquer coisa que cause inveja a outros vários. Seriam estúpidas essas garotas? Nem tanto. E as marcas? Menos ainda.

Mas, como eu também ganhei muita coisa sendo a feliz proprietária de um site com atualização e navegação facilitadas (é, não passa disso!), seria muita burrice criticar o mercado. É, repito, adquiri vasta riqueza nesses últimos anos!

 

Saca, só:

Descobri que, quando você se entrega, de coração aberto e interesse genuíno, o mundo te dá em troca um monte de gente bacana com a mesma pegada. Pessoas que, depois de algum tempo, você pode até chamar de ~amigos~, porque de fato se tornam. E se multiplicam, formando uma bela rede – e não ousem pensar que isso se limita a cretinice do networking de puro interesse.

Vibrei com o sucesso de cada um desses amigos, todos cheios de talento e sagacidade. E torço para que eles sempre se envolvam em projetos realmente bacanas <3.

Já as várias horas “perdidas”, catando referências para o blog, me valeram mais do que todo um curso de especialização em Moda amador pacas que fiz na querida-província-porto-alegrense, nos idos de 2007 a 2009 – minha primeira incursão teórica no assunto.

Constatei que jornalista/blogueiro sem paixão é mero técnico de texto. Mas também vi que apaixonados têm dificuldade de separar amor de ofício, esquecendo da seriedade que é cabida a ambos.

Aprendi que coisas boas, quando nos acontecem, podem ser veemente ignoradas por gente que fuça muito e se garante pouco.

Também descobri que parceria e amizade são coisas completamente diferentes.

Quase achando graça, percebi como o mercado formal da comunicação entende os blogs. Gente que mal consegue identificar para que serve cada site faz categorias que vão da letra A até a ZzzzZz… Ah, preguiça deles, que continuem confundindo internet com fila de desfile.

≈ E, finalmente: aprendi até a fazer economia, vejam só! Repensei meu vasto investimento na compra mensal das revistas de modas. Isso porque grande parte delas agora insiste em estrangeirismos inóspitos e  textos mastigados tal qual os blogs (daquele tipo que eu citei ali nas primeiras linhas). O que usar eu mesma decido, sem qualquer imperativo externo. Pagaria por referências e belas construções – textuais – de sentido sobre as criações de cada temporada – coisa que nenhum editorial megalomaníaco substitui! Mas, se jornalismo de moda serve apenas para aquecer a venda dos grandes impérios do segmento e/ou ensinar regras de boa etiqueta, prefiro catar receita de smothie. Isso eu encontro de graça na internet (mas continuo escolhendo o trapinho do dia como eu achar mais conveniente). ;)


 

Verborragia sem figuras é só o que temos para hoje, trapetes!

Espero que tenham gostado……..  rsrs.

 



Por Priscila Vanzin em Saturou com as
sábado, 24/12/2011

 

Liz Taylor, musa do bem vestir natalino

 

Esse ano fico devendo o look do dia para assar peru, mas para um futuro próximo prometo novos posts com aquele velho toque ácido.

 

E que o bom velhinho traga 100% da wishlist.

xoxo, hoho.

 



Por Priscila Vanzin em Social trends com as
segunda-feira, 28/11/2011

 

Esqueça a culpa por não ler todos os feeds

 

De tempos em tempos o cérebro cansa. O corpo dói. E a vontade de fazer nada se faz presente em grande parte dos pensamentos do dia. É fim de ano. 2011 já está indo e a nossa energia também. Viver em atividade ininterrupta, fazendo tudo ao mesmo tempo, encaixando tarefas em ínfimas unidades de horas – e esquecendo daquele 1/3 diário que serve só pra dormir. Aliás, foi-se a adolescência em que dormir oito horas era POUCO. Esse tantinho na vida adulta já pode ser considerado ‘novo luxo’ (e as revistas femininas não me deixam mentir).

Talvez seja uma coisa só minha – ou de três ou quatro pessoas que vêm me dizer mais ou menos isso. A vontade é de esquecer a velocidade frenética, calçar umas havaianas, um vestidinho solto, deixar bolsas pesadas e pastas de lado, notebook? que fique bem fechadinho, esfriando seu HD. Chega de trânsito caótico, de restaurante lotado, de cotoveladas em loja de modas rápidas… quero meu chinelo, campo, praia, ou mesmo um quintal com alguma graminha, roupa confortável, uma musiquinha indie dessas que combinam com climinha bucólico e só. Companhia? Claro, selecionada a dedo e com o devido confiscamento de telefones espertos.

Se a moda está setentista? Ah, quer saber? Pouco me importa! Essa história de ‘hippie chique’ não convence desde os tempos em que Sandy era estrela de novela. Mas, se fossemos buscar análises de macrotendências, certamente haveria alguma explicação pra tanta natureza e ripongagem em Tumblr, We Heart It, Instagram e afins. Desacelerar é cool.


A última trend nem sempre é a que faz mais sucesso

 

Toda liberdade deveria ser ‘shareada’…

 

E admirada.

 

Por uma moda mais livre (e uma rotina mais possível).



Por Priscila Vanzin em Social trends com as tags:
quarta-feira, 23/11/2011

Sabe aquele dito, ‘se é pra fazer, que faça bem feito’? Sempre fui fã da ideia, mas talvez um bom complemento fosse ‘quer fazer bem feito? então pesquisa!’. Uma das  minhas grandes preocupações desde que comecei o blog foi fugir da mera reprodução de fórmulas prontas e tenho certeza que o único jeito de fazer isso é estar sempre em busca de novas referências. Essa introdução meio clichê é para justificar a divulgação (livre de qualquer interesse comercial da comunistinha das modas aqui) de um release que recebi hoje.

Para quem é de Porto Alegre e está querendo entender melhor o comportamento do consumidor e como isso se relaciona com as tendências de mercado, o curso [Ox]igenando Porto Alegre parece ser uma boa oportunidade. Com foco na pesquisa qualitativa voltada ao desenvolvimento de produtos e ao planejamento estratégico das marcas, os encontros são comandados pelas pesquisadoras Carmencita Job e Ana Emília Cardoso.

Segundo as próprias, ‘o mercado, que antes só queria saber de números, hoje está querendo saber os porquês. E para saber como, onde e porque, só mesmo indo a campo e conversando cara a cara com o consumidor’. E, para que a pesquisa seja eficiente, boas metodologias são fundamentais.

O curso acontece de 28 de novembro a 02 dezembro, em Porto Alegre, abrangendo métodos, inspiração, criatividade e pensamento estratégico. As pesquisadoras trabalharão com cases reais, como a artista plástica Carla Barth, a chef de cozinha e apresentadora Isadora Becker (do Gastronomismo), o publicitário Matias Rech de Lucena (do blog Todo Dia Um Look), a consultora de moda sustentável Itiana Passeti, entre outros.

______________

Serviço:

Carga: 20 horas/aula
Data: 28/11 a 02/12
Horário: 19 hs às 23 hs.
Local: Atelier Casa 9 – Rua São Manoel, 337, sala 9 – Bonfim
Valor: R$ 750,00 (que pode ser parcelado em 3 X)
Informações e inscrições: ana@oxigeniolab.com.br
Telefone: 51 8185-3064 (com Ana Emília)

 

Uma boa opção para quem pretende investir na área, mas não encontra muitas opções de aprimoramento em nossa querida província. ;)



Por Priscila Vanzin em Trapo Tips com as
quinta-feira, 17/11/2011

 

Não que eu seja stalker de celeb. Aliás, há muito já tenho cansado de acompanhar red carpets, mas isso nem de longe se aplica à Frances Bean Cobain. Ela tem poucas fotos, nenhum look digno de inspiração e coisa e tal. Não há *it-bag* que a represente, nem truquinho na camisa pra inspirar patricinha. Na verdade, ela é bem desgrenhada e isso não parece ser proposital. Há um que de grunge, de djóven maluca… mas, sendo filha de Kurt Cobain e Courtney Love, isso não é surpresa.

~ Houve boatos ~ de que Courtney Love usava heroína durante a gestação de Frances. Ela, obviamente, negava. Courtney sempre negou muita coisa. Enquanto isso Kurt Cobain usava a droga sem limites.

 

Os sensacionalistas (ou não?) da época

 

Happy & hippie

 

Na foto, mais cute do que junkie

 

~~ Pijamas ~~

Courtney Love não é nenhuma santa. Mãe e filha não se dão. Em 2008, a ‘mamãe coruja’ bancou o sweet sixteen de Frances todo temático. A escolha: suicídio – RIP Childhood – ‘diga adeus à infância pequena Frances’. As brigas, inclusive em público, já aconteceram de Twitter a tribunal – onde Courtney perdeu a guarda da filha – que ficou com os avós.

Aliás, ~há poucos dias~, no show do Hole (banda da Courtney) no SWU, a vocalista queridona puxou coro para que seus fãs gritassem que a banda Foo Fighters ‘é gay’ e ainda acusou David Grohl(ex-baterista do Nirvana) de roubar o espólio de Cobain. Segundo ela, dinheiro que deveria ser destinado até hoje à Frances Bean (Marcinha Goldsmich te daria bons conselhos, Courtney ;p).

 

 

Na idade estranha com a mãe (em idade menos estranha)

 

Talvez por influência na história do pai –  que era um ótimo desenhista -, Frances já se aventurou nas artes. Ela expôs na galeria angelena La Luz de Jesus, templo da arte experimental-proletária da Califórnia, em agosto des 2010. Sob o pseudônimo Fiddle Tim, Frances intitulou sua primeira exposição de arte como  Scumfuck.

Os desenhos soturnos refletiam temas nada fofos, como morte, tortura e decadência. Um dos personagens retratados era o líder religioso Jim Jones, que comandou um suicídio em massa na Guiana, em 1978, além do roqueiro GG Allin, conhecido por suas performances bizarras, violentas e escatológicas. O preço das gravuras variavam entre US$ 300 e US$ 400. E todas foram vendidas.

 

o_O – A exposição

 

Em ensaio bem anos 1930,  fotografado por Rocky Schenck


Insta?

Ela também posou para Hedi Slimane, fotógrafo e ex-estilista da Dior. As fotos foram publicadas em seu diário e mostraram que – finalmente – aquela guriazinha meio feinha cresceu e ficou… bonita, mas ainda estranha.

 

Num dos braços, Frances parece ter tatuada uma passagem da música “Grace”, de Jeff Buckley: “It’s my time coming I’m not afraid to die”

Mortícia grunge


Look do dia cheio de sobreposições (que parecem familiares)

Agora, com 19 anos, ela já está noiva de Isaiah Silva, vocalista da banda The Rambles. A união foi ‘oficializada’ via Facebook mesmo, seu status atual agora é ~engaged~.

Há quem ache o boy a cara de Kurt Cobain. Forçaram?

 

Em breve, Frances Silva?



Por Priscila Vanzin em Everything but an it girl com as tags: , , ,
quarta-feira, 16/11/2011

Personalidade é coisa que todos têm …

Ah, a MODA. Tão amada, tão falada, tão tão… tão saturada. A mesma MODA, que se transmuta a cada semestre, acaba padronizando coletivos e marcando períodos de pura homogeneidade. Cada vez mais, fica difícil fazer o movimento contrário. Quem conseguir, que ganhe todos os louros do tal estilo próprio. Pois, mais legal que copiar produção de vitrine ou lookbook.nu, é pensar quem se é nesse mundo, ainda que não houvessem tantos recursos de comunicação.

 

mas em alguns ela acaba se mostrando mais do que em outros…

 

É justamente essa “democratização” da informação de moda que tem me deixado tão entediada com o assunto nos últimos tempos. E o título de ‘blogueira de modas’ também não me exime da culpa. E, assim como a dinâmica de qualquer tendência – que depois de algum prazo satura -, o assunto também já se tornou expressão máxima da repetição cansativa.

Aliás, vale lembrar que um dos pilares do idolatrado luxo é a exclusividade. Aquilo que nos é mais caro geralmente possui um significado mais profundo do que a inspiração visível numa fast-fashion qualquer. Quer glamour? Tente ser original, com gostos genuínos, ainda que sejam iguais à maioria, mas que isso seja uma coincidência e não uma condição.

 

e às vezes quando todos resolvem ser diferentes, quando se juntam acabam quase iguais…

 

Não que minhas pretensões aspiracionais não valorizem pequenos achados na Zara – ou loja que o valha. Mas quando todo mundo acaba se montando – dos pés a cabeça – com a última tendêncinha, e quando o assunto é só esse, e quando o street-style é tipo catálogo de ~magazine~, e quando todas mocinhas resolvem trançar o cabelo do mesmo jeito… é que bate o soninho.

 

mas, pensando bem, cada um sabe de si. :)

 

E se alguém espera encontrar propósito – ou lição de vida – nesse texto, deixo o recado: melhor ver o desenho do He-man – ou o twitter dele que também é mega divers. ;p

 

(Pensamentos randômicos para tirar o mofo desse trapo).



Por Priscila Vanzin em Identidade com as tags:
terça-feira, 25/10/2011

 

Burberry, Emilio de La Morena e Chanel | Montagem: Modaspot

 

Tendência: assunto que move a moda, tópico principal de quem fala dela. E esse é um blog de modas já cansado das anarquias. Logo, vamos lá explorar a pauta.

Então, a diquinha trend de hoje vai para os formadores de opinião:

Sabe aquele tipo de colorido bem clarinho que apareceu bastante nos desfiles da última temporada? Então, o nome disso é tons PASTEL. Isso mesmo! Tons P-A-S-T-E-L. Vai com fé, não tem nada a ver com o meme da Luisa Marilac (os bons drink segue a regra gramatical das brinks).


Para entender o porquê, basta dar uma visitadinha na Wiki:

“O Pastel é um material artístico para pintura/desenho existente em barra, sticks cilíndricos e até em lápis. Existem dois tipos de Pastel: O Pastel Seco e o Pastel de Óleo. Estes dois tipos de pastel apresentam características diferentes, tanto na sua composição como na componente visual.” *

Pastel seco – Faber Castell

 

 

Pastel oleoso – Pentel

Ou seja, por ser um material não divisível, o pastel da arte não tem plural, mas dá nome aos tons mais apagadinhos em função de suas características. Na prática, acaba sendo bem fácil de combinar diferentes cores dessa mesma intensidade.

 

 

Ufa, existem mais opções além desse amarelo sem gracinha.

 

Priscila Pasquale.

 



Por Priscila Vanzin em Social trends com as tags: , ,
sexta-feira, 07/10/2011

 

Em 1967 uma banana desenhada por Andy Warhol foi capa do  The Velvet Underground & Nico,  disco de estreia do Velvet Underground. Já em 2011, na minha mesa de trabalho o ‘café da manhã’ repousava esquecido. Na falta de tempo para grandes textos, essa é minha singela homenagem aos dois sujeitos que viabilizaram a qualquer zé mané ser artista em potencial:

 

 

Das coisas que JOBS e WARHOL fizeram por nós, desocupados.

…e também um tal de Mike Krieger (paulistano de 25 anos, que mora na Califórnia e lançou o Instagram – em outubro de 2010 – para o iPhone). ;p



Por Priscila Vanzin em Criativos com as tags: , , , ,
terça-feira, 04/10/2011

 

Fonte: Trendhunter

 

Quem leva? ;p



Por Priscila Vanzin em Bloguices e bobices com as tags: , ,