‘Aumente sua audiência e provoque engajamento’. Seja você um social media ou um engenheiro mecatrônico, basta estar conectado à internet para, no mínimo, ficar curioso sobre como alcançar esse imperativo. Protagonismo pressupõe plateia, uma legião – nem que seja entre os amigos do bar ou colegas de trabalho -, para te admirar, seguir, curtir, compartilhar.
A gente anda preocupado demais com o número de likes que vai ganhar por fazer X em vez de Y (e, muitas vezes, acaba fazendo X, mesmo querendo fazer Y, só porque OS OUTROS aprovariam). É sobre isso que fala a Erika Napoletano nesse TEDxTalks abaixo.
Segundo ela, ser impopular pode ser ótimo. E é fato: não tem quem decida melhor a vida da gente do que a gente mesmo. Se Fulano ou Cicrano não aprovarem sua vontade, a impopularidade já cumpriu um papel: o de filtrar quem deve ficar ao seu lado e quem não deve, explica Erika.
Para quem ficou com preguiça de clicar no play, aqui vai uma historinha curta que mostra o final nem-tão-feliz-para-sempre do Joãozinho do Passo Certo.
Gestão do próprio nariz é requisito imprescindível em qualquer setor da vida.
Não, os 30 não são os novos 20. Não fui eu quem disse, foi uma psicóloga chamada Meg Jay. Eu apenas vi a palestra dela no Ted Talk e, sinceramente, só aumentei minha crise dos 29. Essa psicóloga desmente tudo o que a gente sempre escutou: ‘não se preocupe, você ainda tem toda a vida pela frente’ ou ‘hoje a adolescência se vai até mais tarde’. Tudo errado.
A verdade é que, segundo Meg, os 20 são a fase crítica da construção da vida adulta. Quando se adia tudo para os 30, é muito mais difícil suportar a pressão para começar uma carreira, escolher uma cidade, arrumar um marido, ter filhos etc. Fora que, essas coisas são praticamente incompatíveis se feitas ao mesmo tempo – logo após apagar as 30 velinhas.
Deixar para organizar a vida depois parece ser o caminho mais curto para uma crise de meia-idade em que se chora pelo leite derramado. Para evitar isso, ela dá dicas:
1 – Esqueça a crise de identidade e comece a adquirir um capital de identidade. Faça algo que agregue valor a quem você é, como uma espécie de investimento em quem você quer ser.
2 – Amigos próximos são ótimos, mas aqueles que andam sempre com pessoas de pensamentos parecidos com os seus acabam limitados ao que eles fazem, o que sabem, como pensam, como falam e onde trabalham. Novas peças desse capital de identidade quase sempre vêm de fora desse círculo. O amor e o emprego dos sonhos, geralmente, vêm dos “laços frágeis” (algo como o amigo do amigo do seu amigo).
3 – Esqueça aquela velha ideia de que é possível escolher seus amigos mas é impossível escolher sua família. Isso é verdade somente enquanto a gente cresce, mas aos 20 e poucos formar a própria família já não é tarefa assim tão distante. É melhor escolher bem em vez de casar com qualquer um só porque todo mundo no Facebook começou a mudar o status de relacionamento. Ela diz que o melhor momento para se trabalhar o seu casamento é antes que você tenha um. Isso significa ser tão intencionado no amor quanto se é no trabalho.
Torço para que esse pequeno resumo te faça clicar no play.
Os meus 30 chegam em setembro, junto com saturno que graças a deus completa o tal retorno. E, quanto ao meu capital de identidade… já descobri o que eu que eu gosto de fazer pra tornar a vida rentável (só soube aos 26, quando troquei a carreira de advogada pela de jornalista); sei bem o que é imprescindível e o que não suporto para um cara se tornar o cara; aprendi que problemas de verdade dão mais senso de prioridade do que centenas de horas na terapia; que amigos vem e vão na medida em que a gente vai mudando e que tatuagem de estrelinha no pulso nunca foi bom negócio.
Mas confesso: nunca li Balzac.
- Prefiro o básico por medo de errar. Só jeans e camiseta, lisa ou de banda (dessas cuja qualidade é inquestionável).
- Mas errar também é legal!
- Não quero parecer ridícula por aí.
- E quer coisa mais ridícula do que deixar de mostrar quem tu é por causa dos outros?
- Eu sou ridícula?
- Zzz, não. É só chata mesmo.
Foto: renhang.org
Há 1 ou 2 anos, encontrei um livro muito bonitinho na Fnac. Era do Lewis Carroll, importado, com mais de mil páginas lindas de borda dourada e, além de Alice no País das Maravilhas e Alice no Espelho, tinha várias outras histórias e vários poemas. Tudo isso pela bagatela de 42 reais! Sempre adorei Alice – não é a toa que meu twitter é all_ice – e precisava melhorar meu inglês – e ainda preciso -. Achei que o investimento valia.
Por mais ávida leitora que eu seja (ou viva prentendendo ser), não terminei a leitura. Na verdade li apenas algumas páginas. Mas o livro tá lá sobre um móvel e vezenquando é folhado. Burra eu! Poderia muito bem ter arrancado as páginas e providenciado um acabamento dourado-’luxo’ para transformá-lo em clutch, tal qual fez a Lax.
Afinal, 575 reais, parcelados em 12 vezes (rs!), nem é tanto assim por uma bolsa (?).
O fenômeno Olympia Le-Tan já anda aumentando o volume das it-bibliotecas há, no mínimo, uns 3 anos. Até adquiri uma inspired na liquida-ASOS – que vez ou outra é confundida com bíblia para não iniciados em trends (eles ainda existem, ufa). Mas confesso que não tinha percebido que bom business poderia ser. ;p
Livro oco pra ornar com a cabeçarteira.
Ok, não vou mentir, esse título pra mim é pura utopia. Tenho meus livros todos guardadinhos. Gosto de emprestá-los e gosto mais ainda de quando eles voltam pra mim com as impressões do amigo que leu. Agora ando nessas de ler muito mais do que eu lia há uns 3 anos – quando o twitter bombava. Acho, sinceramente, que não tem jeito melhor de pegar no sono, de passar o tempo no transporte coletivo ou, sei lá, relaxar e viver uma outra vida só pra variar.
Daí, achei bonitinho esse projeto que chama Little Free Library. A ideia veio de dois caras: o Todd Bol e o Rick Brooks, que pensaram em unir comunidades para promover a literatura através de mini livrarias em todo o mundo. Tudo começou em 2009, com caixas pequenas e acessíveis em frente às casas. A proposta é simples: pegue um livro e entregue outro. No site há caixas para comprar e também um tutorial de como construir a sua.
Mas por que a ideia é tão especial? Porque faz com que estranhos compartilhem seus livros favoritos! A ideia não é descartar aquele horóscopo completo de 2005 nem a coleção de autoajuda da tia avó. Quem entra no projeto deve fazer uma curadoria dos seus melhores exemplares. A caixinha tem que ser caprichada – algumas tem gosto duvidoso, mas acho que tá valendo pela intenção.
Em 2011 existiam 100 mini livrarias e hoje esse número chega a 6 mil por todo o mundo. A previsão da dupla é que esse número chegue a 25 mil até o fim de 2013.
Aqui em Porto Alegre, desde 2008, também tem um projeto bacana pra fazer os livros circularem: o Estante Pública, incentivado pelo Estúdio Nômade e pela Funarte. A ideia é que algumas paradas de ônibus têm estantes onde antes era só um espaço vazio, resquício de publicidades antigas. louvável, resultado ainda pouco expressivo já que a maioria das estantes está sempre vazia (é a minha impressão quando passo por alguma). :/
Uma boa opção para quem quer ler de graça ainda é a internet. Fuçando um pouco é fácil encontrar alguns clássicos na íntegra. Aliás, o Catraca Livre fez um post bem legal que talvez possa ajudar nessa busca.
Leiam, emprestem, peguem emprestado, desapeguem-se, façam os livros circular.
01 sonho: ser uma dessas mentes malignas que criam nome de esmalte. Algo mais desejável do que ~Marshmallow de Alfazema~ acho que rolava, hein.
Domingo à tarde. Eu, numa andança despretensiosa por sites aleatórios, encontrei uma boa lista de coisas que podem ajudar naquele momento de ~branco criativo~. Acho que ficar um pouco longe do computador, escrever uma ideia assim que ela surgir, ouvir novas músicas e ir a novos lugares são as mais eficientes (pra mim), mas vale tentar de tudo quando bate aquele vácuo mental.
E, sem fugir muito do tema, lembrei desse poema ótimo que acabo de ler no livro do Paulo Leminski, Toda poesia:
plena pausa
Lugar onde se faz
o que já foi feito,
branco da página,
soma de todos os textos,
foi-se o tempo
quando, escrevendo,
era preciso
uma folha isenta.
Nenhuma página
jamais foi limpa.
Mesmo a mais Saara,
ártica, significa.
Nunca houve isso,
uma página em branco.
No fundo, todas gritam,
pálidas de tanto.
Bem do contra, Woody Allen diz (naquele documentário que eu comentei no último post) nunca ter sofrido nenhum bloqueio criativo – e acho que a extensão da obra dele só comprova. Mas apesar de não ter vivenciado o conceito, ele já foi tema de dois contos do livro Adultérios e no filme Desconstruindo Harry, cujo nome do protagonista já sugere tudo: Harry Block. Ele é um escritor e está em plena estiagem de ideias.
Aliás, reza a lenda que até Ernest Hemingway teria sofrido desse mal, o que inclusive seria a motivação de seu suicídio, precedido pela frase “não funciona mais”, que poderia ser relativa a sua produção intelectual. :/
Mas não se preocupem, bloqueio criativo é coisa que dá e passa.
p.s. Exceto nas revistas de moda que volta e meia repetem o título medonho “Deu branco” pra falar de roupas ~off-white~.
Nos últimos anos tenho tentado assistir todos os indicados a melhor filme no Oscar. Pela primeira vez ( e talvez na pior delas), consegui vencer a lista (ok, pulei As aventuras de Pi, definitivamente, não é meu tipo de filme)!.Preciso dizer que na verdade eu não acho que esses filmes são os melhores, que a Academia sabe nada ou que a lista serve só pra escolher os filmes que verei nas férias? Ok. Superado isso, resolvi registrar aqui minhas preferências – bem longe de serem apostas, porque obviamente nenhum dos meus favoritos têm chance.
Mas antes disso, queria contar que um dos vários filmes que vi nos últimos meses foi Woody Allen: Um Documentário, dirigido pelo Robert Weide, que faz um apanhado sobre toda sua filmografia, incluindo, é óbvio, Annie Hall. Esse filme recebeu quatro indicações ao Oscar, em 1978, e venceu nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz (para Diane Keaton) e melhor roteiro original, além de ter sido indicado na categoria de melhor ator para Woody Allen, cuja justificativa por não comparecer na cerimônia aparece no documentário. Resolvi transcrever essa parte:
“O que você ganha com o Oscar é favoritismo. As pessoas podem dizer ‘meu filme favorito era Annie Hall’ mas isso não significa que era o melhor filme, e não acho isso possível. Não acho possível fazer esse julgamento. Exceto no atletismo, sabe, onde um cara corre e você vê que ele vence, então está tudo certo. Ganhei umas provas quando eu era jovem, e foi bem legal porque eu sabia que tinha merecido.”
E isso meio que explica tudo.
Impossível dizer que um filme é melhor do que outro baseado em meia-dúzia de critérios técnicos. Nada é mais subjetivo. É provável que Argo, do Ben Affleck, seja eleito o melhor filme. Quase todo mundo amou. Eu não. Achei chato, cochilei mil vezes. Não tenho nenhuma justificativa não-pessoal para isso (nem para todo esse texto, rs). Também não gostei muito de A hora mais escura, nem de Lincoln. Não são meu tipo de filme, da mesma forma que Tarantino nunca me agrada muito. Mas em Django Livre me fez mudar de ideia porque, debaixo daquele tanto de catchup, vi ali uma historinha de amor. Eu gosto mesmo é de filme de amor (bem ridícula, i know). E a palavra é justamente o título do meu favorito. Amor.
Só vi dois filmes do Michael Haneke, Amor e A professora de piano (2000), que tem o mesmo ritmo do primeiro mas mostra um lado mais perverso da condição humana. Enfim, Amor é sobre dois velhinhos e meio que define o título do filme como cuidado. Pra mim o que ficou foi justamente isso: amar é cuidar. E cada um tem seu jeito de fazer isso.
Outro filme que me arrancou algumas lágrimas foi Indomável sonhadora, dirigido por Benh Zeitlin. Ele mostra basicamente o relacionamento de Hushpuppy (Quvenzhané Wallis <3) com o pai, um grosseirão que tem um jeito torto de cuidar/amar a guriazinha. Mais do que dar carinho, ele ensina ela a ter força – quer mais cuidado do que isso?
Já O lado bom da vida é uma comédia romântica que foge da bobice característica do gênero. Bradley Cooper e Jennifer Lawrence interpretam dois desajustados, cada um a seu modo. Sabe aquela história de querer muito uma pessoa e depois descobrir que esse desejo era mais por costume do que por apreço propriamente dito? Enfim, taí uma sessão da tarde de qualidade.
Para quem ainda não viu, recomendo qualquer um dos três sem pestanejar.
Ah, tenho visto muito filme em casa mesmo (do note para a tv com aquele bom e velho cabo hdmi) e estou tentando me organizar para lembrar de tudo que eu já vi – ou quero muito ver. Já tentei fazer listas em Moleskine, bloquinhos, folhas espalhadas pela casa… e só falhava, até que eu descobri o Listography.
O Listography é uma rede social para fazer listas de tudo (eu uso só para filmes e livros, mas a ideia é ser ilimitada). Uso principalmente para listar os filmes que eu já vi. Confere lá o meu perfil! O único defeito é que o app para iPhone é bem precário e não sincroniza as alterações direito.
Outro site que é ótimo para registrar os filmes que você já assistiu, avaliar, marcar seus favoritos e ainda encontrar gente com compatibilidade de gostos é o Filmow. A interface dele é ótima, super simples (ao contrário do Skoob, que tem a mesma ideia mas para livros). Para quem quiser me add só com scrap, esse é o meu perfil!
E por fim, entusiasta do compartilhamento online que sou (me julgue quem nunca!), indico O melhor da telona. O site é sempre atualizado com filmes clássicos e lançamentos, além de ter um bom catálogo de filmes estrangeiros nada comerciais (ou seja, o melhor tipo <3).
Agora é esperar e estocar energético em casa para entrar na madrugada de segunda vendo Argo ~surpreender~ aham, levando ‘a estatueta’ da noite, Amour ser melhor filme estrangeiro, Daniel Day-Lewis (Lincoln) se consagrar como um dos melhores atores de todos os tempos e ver todo mundo rasgando elogios para Os miseráveis, menos eu. :/
Tem poucas parcerias da MAC que me fazem desejar os produtos só pela embalagem. Aliás, tirando o meu batom nude favorito de todos os tempos, o Viva Glam 2 da Lady Gaga, nem tenho nada de coleção especial. Mulher Maravilha e Marilyn Monroe até me fizeram cobiçar algumas coisas – que se esgotaram bem antes de eu resolver procurar. :/ Meu desdém permanecia inabalável até eu abrir meu Pulse e descobrir que a próxima edição especial é com Archie’s Girls Betty and Veronica, um gibi americano bem legal que existe desde 1950.
Sempre adorei gibis ~de mulherzinha~. Mas no início dos anos 1990 aqui no Brasil (época em que eu era jovem demais para ler Capricho e já estava cansada da Magali), as opções não iam além da Tina, coadjuvante pouco aproveitada na Turma da Mônica, e a versão em quadrinhos da Barbie, que devia ser bem ridícula mas eu amava. Só fui descobrir Archie’s Girls há pouco tempo e, até onde eu sei (e googleei, rá!), nunca existiu versão brasileira desses quadrinhos.
Betty e Veronica, que começaram a aparecer nos gibis da editora Archie Comics em 1942, são namoradas de Archie Andrews e, como já era de se esperar, têm personalidades opostas. Betty, a loira, faz as vezes de girl next door. Já Verônica é rica, mimada, meio bitch e a mais legal, óbvio. As histórias do trio acontecem em Riverdale, cidade fictícia da Archie Comics, e tem essa pegada bem teenager. Conflitos familiares, separações, drogas ilícitas, álcool, cigarro e até moda pontuam a trama que é centrada no dia a dia deles.
O tanto que a moda mudou dos anos 1950 para cá também está registrado pelas Archie’s Girls, que já usaram de New Look a collant por cima de legging e cintão. Aliás, existe algo mais oitentista que isso?
Acho que mais do que a história em si, os desenhos são o ponto alto das Archie’s Girls. Ainda que Dan Parent tenha feito um trabalho incrível ao assumir a Archie Comics como ilustrador desde 1987, foi Bob Montana, o primeiro a ilustrar os personagens da editora, e Dan DeCarlo que desenvolveram o traço característico do final dos anos 1950 início dos anos 1960 que caracteriza esses gibis até hoje.
Vale lembrar que o cartunista Dan DeCarlo também criou os personagens de Josie e as Gatinhas, Sabrina a aprendiz de feiticeira (que a gente bem conhece com a cara da Melissa Joan Hart!) e a pin up Cheryl Blossom. Inclusive, Sabrina apareceu na edição 636, ano passado, mudando o gênero de todo mundo, transformando Archie em Archina.
A coleção da MAC foi pensada de acordo com as características das personagens. Betty é mais romântica e por isso ilustra as embalagens dos produtos mais clarinhos e discretos – exceto pelo batom marrom-como-há-muito-não-se-via. Apesar de mais sem gracinha, amei o estojinho Eye Shadow Caramel Sundae. Super usável!
Enquanto Veronica está nas cores mais marcantes e em um batom meio vinho, meio roxo, lindo-lindo, que eu já sei que vou querer!
A coleção, que também tem uns pincéis lindos e uma nécessaire incri, será lançada dia 31 em Nova Iorque com preços que variam de 16 a 50 dólares. A previsão para lançamento internacional é para março e, bom, os preços por aqui – se é que a coleção vem – a gente sabe bem como $$$ão.
#teamveronica
Não faz muito, o WGSN fez um report sobre a ~hecatombe~ dos tutus – não que eu assine, mas o FFW sempre dá aquela boa traduzida
. As referências, como Edgar Degas, Sex and the City e Cisne Negro, nada têm de mirabolantes, até porque tudo deriva da tradicional saia de tule usada no balé. Já faz um tempinho que a ‘novidade’ têm aparecido em muita fast-fashion por aí. Na coleção da Maria Filó para C&A tinha uma até bem usável.
Para adotar a peça, a sugestão deles é optar um styling mais adulto e arrumadinho. A cintura deve ser alta, mas a paleta de cores não precisa fugir daquele pastel básico. Apesar de ter aparecido em vários editorias recentes e na alta costura de Alexis Mabille, o tutu é sempre uma surpresa. Divertido, invariavelmente, me faz lembrar do Bob Carey, aquele sujeito que fez vários auto retratos vestindo apenas um tutu rosa!
The Tutu Project não é assim tão recente e é bem possível que você já conheça. A ideia surgiu em 2003, como uma forma de levantar fundos para o Ballet de Arisona. Mas logo Bob descobriu que sua esposa estava com câncer de mama e acabou mudando sua causa. Com mais de uma centena de imagens, em 2012 ele publicou o livro “Ballerina” , que está sendo vendido pela Amazon e cujo lucro é revertido para organizações que combatem o câncer de mama.
A verdade é que nem precisa de muita desculpa pra querer usar um. ;p